difícil falar e reconhecer a beleza das coisas em dias tristes (chuvosos inclusive). Mas a música, essa força que transcende e alimenta nosso espírito é impressionante.
Esse trabalho, além da qualidade técnica, é uma prova de que a tecnologia tem a importante possibilidade de unir as pessoas, os povos e celebrar uma linguagem única, universal - a música.
soube que john lennon ficou feliz, se arrepiou e tudo..rsrs
http://www.youtube.com/watch?v=Us-TVg40ExM
sábado, 9 de maio de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
chico buarque e o sonho possível
pois é, o cara tava lá na minha frente. eu me perguntava pra onde vai o sonho realizado, depois que ele acontece. sei que na memória afetiva eterna eu vou ouvir e lembrar. mas sim, o cara tava lá em minha frente e eu entre o inebriante do sonho e o prazer contido da felicidade – de criança para um quase trinta – apertava as mãos do meu amor. É bom ter o amor ao lado, que releva estas sensações infantis e ri junto com a gente do jeito mais bobo. o riso de criança. com o amor do lado você pode e vai lembrar muito de tudo, com detalhes, até mesmo no infeliz dia em que você não quiser lembrar do amor.
E por que era sonho? era um show. mas era sem duvida diferente. me imaginei nos anos sessenta, o mundo aberto e uma estrada pra descobrir; pensei em setenta, tudo mais tenso e mais sativamente sereno, como uma casa no campo; entrei pelos oitenta, que quase sufocam, que querem algo novo, solto, diferente, mas que não sabe o que quer. E nos noventa, já maduros, se preparando pra crescer, eu transponho minhas verdades adolescentes sobre o mundo e percebo que chico é paratodos. quando eu chego nos dois mil, e percebo que de toda essa historia, restou muita historia musical pra contar, uma obra construída, os gritos das tias e sobrinhas, e ainda assim, sobrou uma pessoa ali, mais velha que meu pai e sentado, cantando. eu pergunto ao meu sonho? esse cara é maluco, o que ele quer mais ser, pra onde ele ainda quer caminhar, o que ele ainda quer construir... além do baba, dos netos, de paris, da mangueira, de caminhar e de água de coco. o que é isso a esta altura que faz chico buarque, sendo quem é, ser o que ele quer ser.
"Quando eu morrer, não se esqueçam, não se esqueçam de plantar um
flamboyant junto à terra, à terra em que eu descansar, pois eu quero que os meus
sonhos, meus sonhos de sonhador, abram-se em flores vermelhas, vermelhas de
muito amor". (Braguinha)
Escrevi esse texto no dia do show, depois de ter vivido essa experiência. E compartilho abaixo o clássico Olhos nos Olhos, com direito a explicação do mestre.
http://www.youtube.com/watch?v=tNe3HqZiyyw
E por que era sonho? era um show. mas era sem duvida diferente. me imaginei nos anos sessenta, o mundo aberto e uma estrada pra descobrir; pensei em setenta, tudo mais tenso e mais sativamente sereno, como uma casa no campo; entrei pelos oitenta, que quase sufocam, que querem algo novo, solto, diferente, mas que não sabe o que quer. E nos noventa, já maduros, se preparando pra crescer, eu transponho minhas verdades adolescentes sobre o mundo e percebo que chico é paratodos. quando eu chego nos dois mil, e percebo que de toda essa historia, restou muita historia musical pra contar, uma obra construída, os gritos das tias e sobrinhas, e ainda assim, sobrou uma pessoa ali, mais velha que meu pai e sentado, cantando. eu pergunto ao meu sonho? esse cara é maluco, o que ele quer mais ser, pra onde ele ainda quer caminhar, o que ele ainda quer construir... além do baba, dos netos, de paris, da mangueira, de caminhar e de água de coco. o que é isso a esta altura que faz chico buarque, sendo quem é, ser o que ele quer ser.
"Quando eu morrer, não se esqueçam, não se esqueçam de plantar um
flamboyant junto à terra, à terra em que eu descansar, pois eu quero que os meus
sonhos, meus sonhos de sonhador, abram-se em flores vermelhas, vermelhas de
muito amor". (Braguinha)
Escrevi esse texto no dia do show, depois de ter vivido essa experiência. E compartilho abaixo o clássico Olhos nos Olhos, com direito a explicação do mestre.
http://www.youtube.com/watch?v=tNe3HqZiyyw
Tô esperando uma explicação
21/05/2006
To esperando uma explicação
Para o amor sublime que deseja a felicidade
Mas não consegue consumá-la
E por medo, fadiga, suspiro racional ou dó da dor
Assume a queda, negação projetada, incompetente e sofrida
To esperando uma explicação
Se enxergar o outro é querê-lo
E só o desejo em si pode assumir em sê-lo
O que vos endurece é a solidão
O que resplandece é a outra vida que virá
To esperando uma explicação
Para o querer descobrir, tentar descumprir
Subir sem medo de cair, fugir com medo de ferir
Ter na dor um alento pra justificar o não
To esperando uma explicação
To esperando uma explicação
Para o amor sublime que deseja a felicidade
Mas não consegue consumá-la
E por medo, fadiga, suspiro racional ou dó da dor
Assume a queda, negação projetada, incompetente e sofrida
To esperando uma explicação
Se enxergar o outro é querê-lo
E só o desejo em si pode assumir em sê-lo
O que vos endurece é a solidão
O que resplandece é a outra vida que virá
To esperando uma explicação
Para o querer descobrir, tentar descumprir
Subir sem medo de cair, fugir com medo de ferir
Ter na dor um alento pra justificar o não
To esperando uma explicação
Per meua xiqueta...
21/11/2006
O seu olhar no meu olhar
O seu sorriso junto ao meu
A sua mao sobre a minha
Que lindo é viver esse amor
Abraça-me e recorda que,
A minha vida, foi feita pra ti
Me faz viver a vida,
que te farei viver feliz
Me faz viver sonhando,
que te farei ser amada
Vem e fala no meu ouvido
que lindo é viver esse amor
Abraça-me e te recordarei,
que a minha vida,
foi feita pra ti.
Cássio Brito
O seu olhar no meu olhar
O seu sorriso junto ao meu
A sua mao sobre a minha
Que lindo é viver esse amor
Abraça-me e recorda que,
A minha vida, foi feita pra ti
Me faz viver a vida,
que te farei viver feliz
Me faz viver sonhando,
que te farei ser amada
Vem e fala no meu ouvido
que lindo é viver esse amor
Abraça-me e te recordarei,
que a minha vida,
foi feita pra ti.
Cássio Brito
terça-feira, 7 de abril de 2009
pedindo permissão
como o propósito deste espaço é compartilhar, dividir. Isso refletido na minha necessidade de expressão e na de cássio, vale uma breve colocação sobre buscar (escrever, falar) poemas. Aos meus amigos, alguns distantes geograficamente:
não é pretensão nem tentativa de nada. É somente por achar e sentir que a prosa é mais verborrágica, dura e direta. E que a poesia, sendo mais delicada, causa efeitos mais devastadores, e serve para expressar dores mais profundas, brilhos mais reluzentes e compreensões mais verdadeiras das várias “coisas” que acontecem entre o céu e a terra e que pairam no nosso ar cotidiano. É mais fácil não literalizar nos parágrafos o que queremos dizer de fato. A poesia, ao mesmo tempo em que expõe, nos protege. E isso é fato. Basta ter sensibilidade para perceber.
O poema é uma garrafa de náufrago jogada ao mar
Quem a encontra
Salva-se a si mesmo...
(Mário Quintana)
não é pretensão nem tentativa de nada. É somente por achar e sentir que a prosa é mais verborrágica, dura e direta. E que a poesia, sendo mais delicada, causa efeitos mais devastadores, e serve para expressar dores mais profundas, brilhos mais reluzentes e compreensões mais verdadeiras das várias “coisas” que acontecem entre o céu e a terra e que pairam no nosso ar cotidiano. É mais fácil não literalizar nos parágrafos o que queremos dizer de fato. A poesia, ao mesmo tempo em que expõe, nos protege. E isso é fato. Basta ter sensibilidade para perceber.
O poema é uma garrafa de náufrago jogada ao mar
Quem a encontra
Salva-se a si mesmo...
(Mário Quintana)
trilha

Não saber, por não sonhar, não almejar
Eu quero também fugir, sem saber
Só sentir, talvez querer tocar, poder imaginar
Poder se perguntar e ouvir sem querer entender
Se jogar sem manual, pegar a corda, pular
Se pendurar, se envolver, virar, se soltar
Cair fundo, mergulhar e abrir os olhos sem respirar
Pegar o ar, olhar pra cima e enxergar
Uma luz que ofusca, mas esquenta o rosto
Porque o brilho que eu trilho, cega e aquece
É o sol
Escrito por Marco às 16h50
a creditar
14/04/2006
Acreditar
Creditar a alguém a sua convicção
De que amanhã não vai chover
E o aperto profundo do coração
Será só de esperança
Que dança
Mesmo no desencanto, desilusão
Lutando por querer
Segurando a mão
Sem olhar a quem
E acreditar
Escrito por Marco às 21h12
Acreditar
Creditar a alguém a sua convicção
De que amanhã não vai chover
E o aperto profundo do coração
Será só de esperança
Que dança
Mesmo no desencanto, desilusão
Lutando por querer
Segurando a mão
Sem olhar a quem
E acreditar
Escrito por Marco às 21h12
Caleidoscópio
Por que o cair em si da madrugada silenciosa
É tão duro quanto a pedra brilhante do olhar da foto
Por que os nós são tão apertados
E só percebemos na hora de desatá-los
Por que o raio de sol de Domingo entra cortando a carne
E expõe na mais tênue transpiração
O externar das angústias mais recônditas
Por que aquela voz que canta no rádio, canta pra mim
Pra me atingir, me ferir, me provocar, destroçar
É maior, melhor para o coração
Enxergar a vida por cima, sem minúcias
Superficial
É tão duro quanto a pedra brilhante do olhar da foto
Por que os nós são tão apertados
E só percebemos na hora de desatá-los
Por que o raio de sol de Domingo entra cortando a carne
E expõe na mais tênue transpiração
O externar das angústias mais recônditas
Por que aquela voz que canta no rádio, canta pra mim
Pra me atingir, me ferir, me provocar, destroçar
É maior, melhor para o coração
Enxergar a vida por cima, sem minúcias
Superficial
esse tal de amor

15/10/2007
Nunca imaginei que pudesse pegar no amor
Até já pensei em me esconder do amor
E por vezes me perguntava o porquê do amor
Mas em poucos anos de vida, passei a compreender melhor o tal do amor
Porque também passei a enxergá-lo mais vezes, pelas ruas, em vários lugares
E entendi que ele não espera pra acontecer, não espera o grande momento
Ao contrário do que imaginamos, e por mais sublime que ele seja, o amor não é vaidoso
É grandioso, quase nunca criterioso, se manifesta em tudo, todos, ou quase...
E sendo assim, ao cruzar com as pessoas nas esquinas, ao conviver com elas
Percebo que por entender, acredito mais no amor
Confio na sua presença, não quero mais me esconder
E não quero mais pegá-lo, tê-lo pra mim, guardá-lo (o amor é livre)
Porque agora aceito seus porquês, já que são tantos
Tantos e tão simples, que na essência, basta sentir o amor
Já que ele está (oni) presente
Nos momentos mais tristes, mais angustiantes temos amor do perdão
Nas desilusões, no sofrer, temos o amor do ouvir, do calar-se para o silêncio de dentro
Na paixão temos o amor do querer
Na dor, o amor de irmão
No compartilhar, o amor de amigo
No futuro, temos o amor de sonhar
No dia de hoje que começa e termina, temos o amor de refletir, de construir
São tantos amores que sem nem perceber
Em todos eles
Eu tenho você
Escrito por Marco às 22h16
O sol de lucas

19/11/2006
Dizem os gregos, baseados na sua mitologia - tão famosa em seus deuses e representações e hoje tão presentes na cultura pop, por serem eles, os deuses, falíveis e inseguros como os humanos - que a força do astro rei está associada a renovação. É a luz do sol diária, pungente e infindável, que traz de volta na manhã de um novo dia, a sensação do recomeço, da possibilidade, do sonho realizado. É esse reparte do tempo em dia e noite que renova as esperanças e nos coloca na situação de guerreiros da acrópole, de filósofos da academia, sempre buscando um significado um motivo para seguir este sol, este novo amanhecer.
Todos os dias ao sair para o trabalho, mesmo em dias chuvosos, tenho um sol só pra mim. O sorriso de Lucas, ainda sem dentes, mas cheio de verdade espontaneidade e pureza, é pra mim o sol com seu brilho de renovação.
É difícil mensurar o que sinto, mas é perfeitamente compreensível, que na bagunça dos nossos corações e também da nossa casa, dos nossos espaços (quase inexistentes hoje) ele se resguarde admirado, assim como apreciamos a luz, sentimos o calor, nos deixamos envolver pela poesia de um poente de verão. Lucas nasceu forte, cheio de coragem, sobreviveu incólume a dificuldades, e é hoje a maior representação da vida e da renovação para mim. É emocionante, depois de tudo que aconteceu direta ou indiretamente a todos nós, e diante das mudanças todas, dificuldades maiores e desgastes também na vida de todos, como ele é maior, como ele representa mais – vida, sorrisos, sensibilidade, compreensão e solidariedade.
Essa semana ele completará 5 meses e quando olhos seus olhos curiosos e diretos buscarem as referências deste mundo, nas cores, movimentos e luzes do dia, penso que é possível sempre transformar o mundo em que vivemos, o mundo à nossa voltas e por conseqüência as nossas relações.
O sorriso solar de lucas me dá esta lição todo dia.
A agonia da sobrevivência
14/11/2006
Vamos companheiro,
que a fronteira é perigosa e atraente.
Caminhamos meses
entre a solidao e o medo
para que hoje sejamos amigos.
Aperte forte a minha mao,
que a sua luta é a minha luta também.
O silencio da noite
contrasta com a agonia do meu peito.
A esperança me faz louco,
E na minha loucura arrisco minha vida.
Nao quero mais fome, nem guerra,
Somente a paz do dia a dia.
Amigo, a Africa já nao é segura,
E nossa água já nao está pura.
Nosso bilhete é só de ida,
lutemos juntos por nossa glória.
O que passa companheiro?
Levanta e caminha,
porque esse é o momento.
Recorda todo o nosso sofrimento.
Amigo nao falhe agora,
o seu sangue é o meu sangue,
e sem você, o caminho é duro e frio.
Amigo? Amigo?...
...que o seu mundo seja melhor que o meu...
Cassio B.
Escrito por Marco às 20h00
Vamos companheiro,
que a fronteira é perigosa e atraente.
Caminhamos meses
entre a solidao e o medo
para que hoje sejamos amigos.
Aperte forte a minha mao,
que a sua luta é a minha luta também.
O silencio da noite
contrasta com a agonia do meu peito.
A esperança me faz louco,
E na minha loucura arrisco minha vida.
Nao quero mais fome, nem guerra,
Somente a paz do dia a dia.
Amigo, a Africa já nao é segura,
E nossa água já nao está pura.
Nosso bilhete é só de ida,
lutemos juntos por nossa glória.
O que passa companheiro?
Levanta e caminha,
porque esse é o momento.
Recorda todo o nosso sofrimento.
Amigo nao falhe agora,
o seu sangue é o meu sangue,
e sem você, o caminho é duro e frio.
Amigo? Amigo?...
...que o seu mundo seja melhor que o meu...
Cassio B.
Escrito por Marco às 20h00
meu dogma (poemeu)
11/01/2007
Não esteja, seja.
Não respire, suspire e transpire.
Não contemple, descubra.
Não feche as portas, abra caminhos.
Não simpatize, conheça as pessoas.
conheça cada mundo que elas trazem consigo.
Não contrua castelos, trilhe estradas.
que te levarão a lugares, que te levarão a outros caminhos.
Em ciclos, atalhos, vias intermináveis.
Do tamanho de nossos mundos.
Não o mundo que achamos, vemos ou imaginamos.
Mas um mundo que está guardado, adormecido em nossos corações e mentes.
Que só surge quando permitimos, no descobrir, no olhar do outro.
A sua verdade e os nossos sonhos.
Escrito por Marco às 12h33
Não esteja, seja.
Não respire, suspire e transpire.
Não contemple, descubra.
Não feche as portas, abra caminhos.
Não simpatize, conheça as pessoas.
conheça cada mundo que elas trazem consigo.
Não contrua castelos, trilhe estradas.
que te levarão a lugares, que te levarão a outros caminhos.
Em ciclos, atalhos, vias intermináveis.
Do tamanho de nossos mundos.
Não o mundo que achamos, vemos ou imaginamos.
Mas um mundo que está guardado, adormecido em nossos corações e mentes.
Que só surge quando permitimos, no descobrir, no olhar do outro.
A sua verdade e os nossos sonhos.
Escrito por Marco às 12h33
A não-zaga...
29/05/2006
Tudo menos o óbvio. É o que peço. Sei que seremos bombardeados – agora através de TVs de plasma. Aqui pra nós o brasileiro é facilmente movido a qualquer febre consumista – com as conclusões arrogantes de Galvão Bueno e seus clichês repetitivos, verdades absolutas, simbolismos do monopólio poderoso da Vênus Platinada mais evidente ainda em ano de copa. Saber que isso vai acontecer já me enoja. Essa impossibilidade de opções é péssima em todos os sentidos. Ouvir comentários improcedentes sobre o posicionamento de Ronaldo Gaúcho, considerando a influência aerodinâmica do vento sobre o seu cabelo; análises sobre o modo gazela de correr do melhor juiz europeu, que compromete a marcação dos carrinhos por trás; o Jardim Irene torcendo enfeitado por Cafu; a brasileira mulata-gostosa-estereótipo de europeu (na Alemanha, imaginem) rebolando efusivamente com o cartaz nas mãos: Galvão, filma eu!
Bom isso é o futebol no Brasil. Nós já conhecemos esta história. Acontece de 4 em 4 anos, em uns com mais entusiasmo – como é o caso agora – e em outros engolindo Dungas e Zagalos – Ah!... todo mundo mané tem 13 letras – mas, após breve contextualização, queria propor uma reflexão:
Vamos montar uma defesa forte e compacta pra não sermos surpreendidos pelo que a mídia pretende nesse ano de copa. Vamos fantasiar para brincar com nossas possibilidades absurdas, porque o futebol é assim....bola na trave, pênalti aos 45, coração acelerado e respiração presa, prontos para uma explosão descomunal. É o único momento em que o homem – ser masculino – consegue expressar suas emoções verdadeiramente. Isso tem que ser valorizado, meu Deus, inclusive para estudos mais aprofundados.
Bom, não acredito no hexa, até acho que o Brasil está a um nível acima das demais seleções, mas pelo simples fato de preferir a fantasia, em vez de imaginar a disputa desigual com a seleção canarinho – ê clichê fio da puta - dando um show e encantando o mundo, alimento o inusitado da arte, de um esporte que de precisão técnica tem muita paixão e surpresas. Isso é o mais maravilhoso. Por isso acho de verdade que o Brasil de 2006 será como o de 82. Lindo e mágico, mas que perde a outra semifinal pra Itália. Imaginem que Juan vai se machucar e Luizão simplesmente contrai uma infecção intestinal com um salsichão. Nossa zaga será, portanto: Lúcio e Cris...isso mesmo. Tá lançado o desafio e quero ver quem vai pensar em quarteto com uma zaga dessas. Já confabulei com meu amigo Rafa – agora colunista do Globo On Line na Copa, vejam a indicação do blog dele ao lado – e aventamos a possibilidade de recuo de Edmilson ou escalação de Rogério Ceni, que na pior das hipóteses sabe sair jogando, pode lançar a longa distância e num momento emergencial de contra-ataque fazer uma ponte espetacular salvando a seleção de uma desesperadora disputa de pênaltis. Eleja, portanto, a solução para a não-zaga.
A propósito, to torcendo pra Angola com camisa e tudo, e acredito de verdade que a Costa do Marfim surpreende a Argentina e chega à semifinal com a Alemanha, mas perde.
Escrito por Marco às 01h21
Tudo menos o óbvio. É o que peço. Sei que seremos bombardeados – agora através de TVs de plasma. Aqui pra nós o brasileiro é facilmente movido a qualquer febre consumista – com as conclusões arrogantes de Galvão Bueno e seus clichês repetitivos, verdades absolutas, simbolismos do monopólio poderoso da Vênus Platinada mais evidente ainda em ano de copa. Saber que isso vai acontecer já me enoja. Essa impossibilidade de opções é péssima em todos os sentidos. Ouvir comentários improcedentes sobre o posicionamento de Ronaldo Gaúcho, considerando a influência aerodinâmica do vento sobre o seu cabelo; análises sobre o modo gazela de correr do melhor juiz europeu, que compromete a marcação dos carrinhos por trás; o Jardim Irene torcendo enfeitado por Cafu; a brasileira mulata-gostosa-estereótipo de europeu (na Alemanha, imaginem) rebolando efusivamente com o cartaz nas mãos: Galvão, filma eu!
Bom isso é o futebol no Brasil. Nós já conhecemos esta história. Acontece de 4 em 4 anos, em uns com mais entusiasmo – como é o caso agora – e em outros engolindo Dungas e Zagalos – Ah!... todo mundo mané tem 13 letras – mas, após breve contextualização, queria propor uma reflexão:
Vamos montar uma defesa forte e compacta pra não sermos surpreendidos pelo que a mídia pretende nesse ano de copa. Vamos fantasiar para brincar com nossas possibilidades absurdas, porque o futebol é assim....bola na trave, pênalti aos 45, coração acelerado e respiração presa, prontos para uma explosão descomunal. É o único momento em que o homem – ser masculino – consegue expressar suas emoções verdadeiramente. Isso tem que ser valorizado, meu Deus, inclusive para estudos mais aprofundados.
Bom, não acredito no hexa, até acho que o Brasil está a um nível acima das demais seleções, mas pelo simples fato de preferir a fantasia, em vez de imaginar a disputa desigual com a seleção canarinho – ê clichê fio da puta - dando um show e encantando o mundo, alimento o inusitado da arte, de um esporte que de precisão técnica tem muita paixão e surpresas. Isso é o mais maravilhoso. Por isso acho de verdade que o Brasil de 2006 será como o de 82. Lindo e mágico, mas que perde a outra semifinal pra Itália. Imaginem que Juan vai se machucar e Luizão simplesmente contrai uma infecção intestinal com um salsichão. Nossa zaga será, portanto: Lúcio e Cris...isso mesmo. Tá lançado o desafio e quero ver quem vai pensar em quarteto com uma zaga dessas. Já confabulei com meu amigo Rafa – agora colunista do Globo On Line na Copa, vejam a indicação do blog dele ao lado – e aventamos a possibilidade de recuo de Edmilson ou escalação de Rogério Ceni, que na pior das hipóteses sabe sair jogando, pode lançar a longa distância e num momento emergencial de contra-ataque fazer uma ponte espetacular salvando a seleção de uma desesperadora disputa de pênaltis. Eleja, portanto, a solução para a não-zaga.
A propósito, to torcendo pra Angola com camisa e tudo, e acredito de verdade que a Costa do Marfim surpreende a Argentina e chega à semifinal com a Alemanha, mas perde.
Escrito por Marco às 01h21
Pipoca baiana - pavão leonino
Embora desligado do mundo baiano, vi alguns momentos televisivos na sua maior festa, o Carnaval; expressão múltipla de sua “cultura”, mostrando pro mundo essa potencialidade de festejar, celebrar, reunir milhares de pessoas ao ritmo dos tambores – zorra, não agüento mais esses clichês - e seguir atrás do trio, ao som de um grande artista que para a cada meia hora ao ver qualquer câmera televisiva ao longo do circuito. É fato que todos bebem na fonte da baianidade, do ministrartista ao mais insignificante cantor de pagode, se beneficiando disso durante o ano em micaretas e turnês pelo mundo, e que as várias formas do mosaico baiano são instrumento de interesse internacional há anos, mas o óbvio, que dá projeção ao Carnaval está cada vez mais obscurecido: Como uma manifestação popular, a folia de momo emana essencialmente da mobilização dos baianos, do que eles fazem nas ruas. Os blocos, camarotes e os artistas numa outra escala, são figurantes complementares da expressão popular. Cada vez mais oprimidos geograficamente e reprimidos pela elitização e violência, o “pipoca” estabelece uma relação conflituosa com sua busca por participar da festa, cada vez mais espectador e cada vez menos atuante.
O quase desfile, ainda interessante pela diversidade musical e poder de atração, tem 10 caras ganhando muito dinheiro e vem nos últimos anos explodindo em visibilidade. Mas o que será de nós quando nem pudermos assistir. O baiano adora que a festa dele apareça, adora o bairrismo, adora a Band, Xuxa e até Bono Vox é aplaudido – metade das pessoas não sabem 1 música do U2 – que vira amigo Bono. Mas o problema é serio, de política pública, que interfere inclusive na visão que o turista estrangeiro tem da festa baiana. Ou você acha que o holandês vem pra cá pra sair no Eva?
Escrito por Marco às 22h04
O quase desfile, ainda interessante pela diversidade musical e poder de atração, tem 10 caras ganhando muito dinheiro e vem nos últimos anos explodindo em visibilidade. Mas o que será de nós quando nem pudermos assistir. O baiano adora que a festa dele apareça, adora o bairrismo, adora a Band, Xuxa e até Bono Vox é aplaudido – metade das pessoas não sabem 1 música do U2 – que vira amigo Bono. Mas o problema é serio, de política pública, que interfere inclusive na visão que o turista estrangeiro tem da festa baiana. Ou você acha que o holandês vem pra cá pra sair no Eva?
Escrito por Marco às 22h04
Massa indigente, miséria latente
Ainda hoje num dos vários sinais, que além de nos “obrigar” a exercer a cidadania bipolar na relação com o pedestre e no respeito a rubra referência, que nos previne de possibilidades de choques sociais cada vez mais evidentes, constatei que a nossa imparcialidade como seres humanos e impassividade como cidadãos está cada vez mais sendo posta à prova, testada e forçosamente estabelecendo uma reflexão, impondo praticamente o mínimo de sensibilidade, nos expondo diante de nossas fragilidades. Senti-me culpado por ter me alimentado há poucas horas, ao ver a expressão cênica do Brejo da Cruz, lírica buarqueana entranhada na nossa sociedade. Mães miseráveis, crianças em bando – malabaristas de barriga grande, estômagos vazios – canelas finas equilibrando infâncias perdidas, alimentando-se de luz, transformando a dureza do asfalto, da cidade partida, desigual.
- Tio, pode buzinar?
Estarrecido - eu estava de vidro aberto e já tinha negado uma gorjeta, deixada há 10 minutos e 200 metros atrás – concedi o talvez primeiro contato daquela criança, com o bem mais simples e intangível pra ele, embora certamente presente em seus sonhos. Ele teve acesso ao volante, e em poucos segundos, com minha permissividade incomum naquele ambiente hostil, outros já faziam o mesmo. Um deles, mais esperto e com “conhecimentos automobilísticos” apertou o botão do pisca alerta e foi conferir feliz a efetividade do mecanismo na lanterna traseira; um terceiro posou a mão sobre o volante, e sem forças, pediu que apertasse sua mão e o ajudasse a talvez sua única alegria simplória naquele dia. Um ato ínfimo. Fui feliz por esse momento.
O sinal abriu. O carro de trás, alheio a tudo isso, fez questão de me avisar histericamente.
12/03/2006
- Tio, pode buzinar?
Estarrecido - eu estava de vidro aberto e já tinha negado uma gorjeta, deixada há 10 minutos e 200 metros atrás – concedi o talvez primeiro contato daquela criança, com o bem mais simples e intangível pra ele, embora certamente presente em seus sonhos. Ele teve acesso ao volante, e em poucos segundos, com minha permissividade incomum naquele ambiente hostil, outros já faziam o mesmo. Um deles, mais esperto e com “conhecimentos automobilísticos” apertou o botão do pisca alerta e foi conferir feliz a efetividade do mecanismo na lanterna traseira; um terceiro posou a mão sobre o volante, e sem forças, pediu que apertasse sua mão e o ajudasse a talvez sua única alegria simplória naquele dia. Um ato ínfimo. Fui feliz por esse momento.
O sinal abriu. O carro de trás, alheio a tudo isso, fez questão de me avisar histericamente.
12/03/2006
Botando pra fora!
10/10/2005
Lembro que há 3 anos atrás, estava com a mente cheia de planos, idéias e certezas!
Hoje, aqui no meu quarto, paro e penso o que tem em comum meus planos de antes com os de agora.
Penso que nao sou o unico a ter essa duvida, recordo que nao é a primeira vez.
As coisas tem mudado muito, e isso tem influenciado nas minhas atitudes e crenças.
Agora me encontro mais maduro... Antes nao sabia das armadilhas que haviam no caminho,
acredito que ainda me falta descobrir muitas, mas ao menos eu sei que elas exitem.
E se nao passa comigo passa com alguém proximo a mim.
Me vejo diferente daquele estudante que aceitava tudo e dizia amém,
quem sabe por medo ou simplesmente por respeito,
mas agora os tempos sao outros, saimos do mundo protegido dos colégios
e entramos na selva das empresas...
E em uma delas me topei com um chefe mercenário, e o que eu fiz?
Nada...aceitei...isso mesmo, engoli a trago seco,
mas agora nao aceito mais, porque como dizia Chico Buarque “mas chega um dia que o bicho chia”
Estou livre e me sinto com medo porque nao sei o que vou encontrar ai fora.
Vou dar a cara e com a certeza de que as coisas agora serao diferente porque nao calarei
e nao vou concordar com nada que eu veja errado.
Acredito que meus sonhos sao os mesmo de antes, quero aprender, conhecer coisas novas, viver coisas novas....
Porque acredito que graças a eles hoje eu estou aqui,
Vivendo duro a cada dia, porém confiante no dia de amanha.
Cássio B.
Lembro que há 3 anos atrás, estava com a mente cheia de planos, idéias e certezas!
Hoje, aqui no meu quarto, paro e penso o que tem em comum meus planos de antes com os de agora.
Penso que nao sou o unico a ter essa duvida, recordo que nao é a primeira vez.
As coisas tem mudado muito, e isso tem influenciado nas minhas atitudes e crenças.
Agora me encontro mais maduro... Antes nao sabia das armadilhas que haviam no caminho,
acredito que ainda me falta descobrir muitas, mas ao menos eu sei que elas exitem.
E se nao passa comigo passa com alguém proximo a mim.
Me vejo diferente daquele estudante que aceitava tudo e dizia amém,
quem sabe por medo ou simplesmente por respeito,
mas agora os tempos sao outros, saimos do mundo protegido dos colégios
e entramos na selva das empresas...
E em uma delas me topei com um chefe mercenário, e o que eu fiz?
Nada...aceitei...isso mesmo, engoli a trago seco,
mas agora nao aceito mais, porque como dizia Chico Buarque “mas chega um dia que o bicho chia”
Estou livre e me sinto com medo porque nao sei o que vou encontrar ai fora.
Vou dar a cara e com a certeza de que as coisas agora serao diferente porque nao calarei
e nao vou concordar com nada que eu veja errado.
Acredito que meus sonhos sao os mesmo de antes, quero aprender, conhecer coisas novas, viver coisas novas....
Porque acredito que graças a eles hoje eu estou aqui,
Vivendo duro a cada dia, porém confiante no dia de amanha.
Cássio B.
Vida Cravada
28/09/2005
Vida leviana de pensamentos levianos
De Genis e de Elenas
Que nos rodeia e nos seduz
Vem e me crava a dívida
No lugar da dúvida
Porque pagar com o amor
Será sempre melhor do que pagar com a incerteza
Vida dificil de dureza infalível
De suor e lágrima
Que nos cansa e nos entristece
Vem e me crava o sacrificio
No lugar do fácil
Para que se abra o caminho
Antes de que se feche um atalho
Vida infalivel e leviana
De Genis e de Lágrimas
Que nos rodeia e nos entristece
Vem e me crava o amor
No lugar do sacrifício
Porque é mais facil viver amando
Do que a dívida de ser amado.
Cássio Brito
Escrito por Marco às 05h07
Vida leviana de pensamentos levianos
De Genis e de Elenas
Que nos rodeia e nos seduz
Vem e me crava a dívida
No lugar da dúvida
Porque pagar com o amor
Será sempre melhor do que pagar com a incerteza
Vida dificil de dureza infalível
De suor e lágrima
Que nos cansa e nos entristece
Vem e me crava o sacrificio
No lugar do fácil
Para que se abra o caminho
Antes de que se feche um atalho
Vida infalivel e leviana
De Genis e de Lágrimas
Que nos rodeia e nos entristece
Vem e me crava o amor
No lugar do sacrifício
Porque é mais facil viver amando
Do que a dívida de ser amado.
Cássio Brito
Escrito por Marco às 05h07
solidão, cadê a solidez?
18/09/2005
Nessa hora de Sábado para Domingo, não é fácil, absorver a solidão e a
>falta de solidez idealista que me corrói, depois de mais uma rodada de
>notícias internéticas. Algumas coisas me acometem pessoalmente como minha
>separação ainda sofrida, que o tempo me responderá para meu alívio ou
>angústia - decorrente das incertezas de decisões -se fiz a coisa certa, mas
>que temos que enfrentá-las em alguns momentos, como já é sabido por vocês.
>Ainda me agrava a dor da alma, essa crise política que me afeta muito
>pessoalmente. Somos obrigados a ouvir certas coisas, aceitar certas
>explicações e engolir críticas estapafúrdias e oportunistas. Isso dói. Ver
>coisas indo pelo ralo, um sentimento de letargia, paralisação, como se um
>sonho que já vínhamos defendendo com dificuldade e dignidade, fosse
>entregue a um buraco negro sem pecedentes, nem fundo. A sensação de poesia
>libertária, de respirar um ar leve e cheio de esperança no Farol da Barra
>em 2002 - lembra dessa? - parece que não existe mais, quando vc vê Genuíno,
>outrora guerrilheiro convicto, envolvido em avalizaçao de emprétimos, em
>escândalos de assessores...peso e desolação, decepção e angústia de não
>saber pra que lado ir, quando responder e o que responder. Tenho preferido
>o silêncio, o não comentário, sentindo calado essa brasilidade perdida ao
>longo de tempos...a esperança presente da social democracia, inserida em
>palavras de ordem, em barbas ralas, em estrelas vermelhas, agora é
>infelizmente questionável. É um desabafo curto. Um dia eu monto um blog.
>abraços.
Escrito por Marco às 19h30
Nessa hora de Sábado para Domingo, não é fácil, absorver a solidão e a
>falta de solidez idealista que me corrói, depois de mais uma rodada de
>notícias internéticas. Algumas coisas me acometem pessoalmente como minha
>separação ainda sofrida, que o tempo me responderá para meu alívio ou
>angústia - decorrente das incertezas de decisões -se fiz a coisa certa, mas
>que temos que enfrentá-las em alguns momentos, como já é sabido por vocês.
>Ainda me agrava a dor da alma, essa crise política que me afeta muito
>pessoalmente. Somos obrigados a ouvir certas coisas, aceitar certas
>explicações e engolir críticas estapafúrdias e oportunistas. Isso dói. Ver
>coisas indo pelo ralo, um sentimento de letargia, paralisação, como se um
>sonho que já vínhamos defendendo com dificuldade e dignidade, fosse
>entregue a um buraco negro sem pecedentes, nem fundo. A sensação de poesia
>libertária, de respirar um ar leve e cheio de esperança no Farol da Barra
>em 2002 - lembra dessa? - parece que não existe mais, quando vc vê Genuíno,
>outrora guerrilheiro convicto, envolvido em avalizaçao de emprétimos, em
>escândalos de assessores...peso e desolação, decepção e angústia de não
>saber pra que lado ir, quando responder e o que responder. Tenho preferido
>o silêncio, o não comentário, sentindo calado essa brasilidade perdida ao
>longo de tempos...a esperança presente da social democracia, inserida em
>palavras de ordem, em barbas ralas, em estrelas vermelhas, agora é
>infelizmente questionável. É um desabafo curto. Um dia eu monto um blog.
>abraços.
Escrito por Marco às 19h30
Caros Ilustres
21/09/2005
É com muita desilusao, raiva e impotencia que escrevo neste blog a toda
camada de politicos, desde o Presidente passando pelos Senadores, Deputados
e toda esta costra de sujeira e lama que me envergonha e me indigna. Nao me importa se é do PT, PMDB, PTB OU PSDB, voces sao a pior raça de brasileiros que podemos ver e ouvir.
Vivo na Espanha há 2 anos, e tinha esperança de ver um Brasil diferente, mas
como sempre, o governo e toda a sua base decepcionaram mais uma vez. A cada
dia um novo trambique, seja de um deputado do governo ou da oposiçao, a cada
dia um comportamento de moleque. Indigno de representar qualquer brasileiro.
Infelizmente a unica arma de uma populaçao sem educaçao e sem memoria sao as
eleiçoes, e sao nelas que parasitas politicos como todo os deputados e
senadores se proliferam! A camara dos Deputados e do Senado, é como um
grande prostíbulo onde quem tem mais dinheiro é o que comanda, onde a falta
de dignidade impede de realizar um trabalho árduo e contínuo. Voces
politicos hipócritas se merecem uns aos outros, feliz do país que pudesse
viver sem ter que sustentar vermes famintos pelo poder e pela corrupçao.
Como me encantaria poder fazer chegar esta mensagem a cada um desses
politicos, e poder dizer que desprezo totalmente a cada um deles.
A única soluçao do nosso país vem do povo, vem da nossa força de vontade de
mudar as coisas, nao sei quando acontecerá, mas pode ter certeza que o dia
de voces estarao contados, nao porque Deus quer, mas sim porque o nosso
instinto de justiça nos levará até voces, e quando este dia chegar,
eliminaremos a todos estes vermes parasitas que sugam do nosso suor e
trabalho.
Com um especial desprezo a nossa politica,
Cássio Brito
É com muita desilusao, raiva e impotencia que escrevo neste blog a toda
camada de politicos, desde o Presidente passando pelos Senadores, Deputados
e toda esta costra de sujeira e lama que me envergonha e me indigna. Nao me importa se é do PT, PMDB, PTB OU PSDB, voces sao a pior raça de brasileiros que podemos ver e ouvir.
Vivo na Espanha há 2 anos, e tinha esperança de ver um Brasil diferente, mas
como sempre, o governo e toda a sua base decepcionaram mais uma vez. A cada
dia um novo trambique, seja de um deputado do governo ou da oposiçao, a cada
dia um comportamento de moleque. Indigno de representar qualquer brasileiro.
Infelizmente a unica arma de uma populaçao sem educaçao e sem memoria sao as
eleiçoes, e sao nelas que parasitas politicos como todo os deputados e
senadores se proliferam! A camara dos Deputados e do Senado, é como um
grande prostíbulo onde quem tem mais dinheiro é o que comanda, onde a falta
de dignidade impede de realizar um trabalho árduo e contínuo. Voces
politicos hipócritas se merecem uns aos outros, feliz do país que pudesse
viver sem ter que sustentar vermes famintos pelo poder e pela corrupçao.
Como me encantaria poder fazer chegar esta mensagem a cada um desses
politicos, e poder dizer que desprezo totalmente a cada um deles.
A única soluçao do nosso país vem do povo, vem da nossa força de vontade de
mudar as coisas, nao sei quando acontecerá, mas pode ter certeza que o dia
de voces estarao contados, nao porque Deus quer, mas sim porque o nosso
instinto de justiça nos levará até voces, e quando este dia chegar,
eliminaremos a todos estes vermes parasitas que sugam do nosso suor e
trabalho.
Com um especial desprezo a nossa politica,
Cássio Brito
Assinar:
Postagens (Atom)
